O perigo das pulgas para o seu pet
Seja dentro ou fora de casa, os pets estão expostos diariamente a ameaças como pulgas e carrapatos Você provavelmente já sabe que as pulgas e os carrapatos são um problema muito comum na vida de cães e gatos. Porém, é preciso ter muito cuidado, especialmente em períodos mais quentes, para que isso não atrapalhe a saúde do animal. Algo que muitos donos de pets não sabem é que até mesmo aqueles animais que convivem pouco com outros ou passam a maior parte do tempo dentro de cada também estão suscetíveis a esses parasitas, que causam desde uma simples coceira até a transmissão de doenças infecciosas graves. Desvendando as pulgas É comum pensar que, se o animal não tem contato com outro ou não sai de casa, dificilmente terá pulga, certo? Porém, esse pensamento é errado e precisa ser deixado de lado, pois as formas jovens destes parasitas (ovos e larvas) estão em todos os lugares e podem ser levadas para dentro de cada, seja no sapato das pessoas ou em outros objetos. Além disso, os passeios, mesmo que rápidos e em locais aparentemente limpos, podem ser suficientes para que as pulgas pulem no animal e comecem uma infestação rapidamente. Como notar se meu pet está com pulga? Essa é uma pergunta muito comum e merece toda nossa atenção. A maior demonstração de que o animal está infectado é a coceira constante. É preciso prestar muita atenção nesse ponto, pois achamos normal que o animal se coce, porém, se for algo frequente e de maneira abrupta, pode ser um sinal de que o pet está infectado. Outro ponto que deve ser levado em consideração é a alimentação do animal, pois as pulgas podem transmitir verminoses e bactérias, bem como provocar anemia em filhotes altamente parasitados. Por isso, se o animal apresenta dificuldade para se alimentar e perda de peso muito intensa, é sinal de problema. Além disso, o animal pode sofrer com algumas dores devido às picadas que as pulgas aplicam em sua pele. É preciso prevenir-se Antes de mais nada, é preciso saber que as fêmeas das pulgas podem depositar até 50 ovos por dia no hospedeiro e que esses ovos acabam caindo justamente nos lugares em que o animal costuma passar a maior parte do tempo. Após a maturação, esses ovos liberam as larvas, que se adaptam facilmente a locais como tapetes, caminhas e sofás. Após um período de alimentação, as larvas se protegem em um casulo chamado de pupa até amadurecer numa pulga jovem. Quando sai do casulo, essa pulga jovem procura rapidamente os animais para se alimentar e se reproduzir, dando continuidade ao seu ciclo. O...
Que cuidados devo ter com meu pet durante uma viagem?
Atitudes como acostumar seu bichinho antes da viagem e deixá-lo em jejum podem auxiliar nessa tarefa. Confira! Viajar nas férias de verão sem o seu melhor amigo é como deixar um membro da família para trás. Mas, e então, o que fazer? Existem algumas dicas que podem ajudar você e seu bichinho de estimação a realizarem uma viagem mais confortável e sem surpresas negativas. Vamos a elas? Acostume o animal primeiro Para evitar uma viagem turbulenta, antes de mais nada é preciso que você acostume o seu pet a andar de carro. Nossa dica é, alguns dias antes da viagem de férias, levá-lo para dar algumas voltas no seu veículo por distâncias curtas para que ele se acostume. Procure levá-lo a alguns lugares de que goste, assim seu pet vai associar a viagem de carro a uma coisa boa. Viajar em jejum é uma boa ideia Assim como nós, muitos animais, mesmo os mais acostumados, costumam sentir enjoo durante a viagem. Para que isso não aconteça, evite alimentar o seu pet momentos antes de iniciar o passeio – isso pode diminuir a sensação de enjoo e evitar maiores problemas. Se necessário, peça ao veterinário um remédio para prevenir esse problema. Se tiver tempo, você pode caminhar com seu meu amigo logo antes da viagem. Dessa forma, você o deixará mais calmo e cansado, de forma que ele poderá ir dormindo boa parte do caminho. Faça paradas estratégicas Nesse caso, o comportamento dos bichinhos é semelhante aos nossos. Para que eles possam fazer suas necessidades e exercitar-se um pouco durante o trajeto, o mais recomendado é que sejam feitas paradas a cada duas ou três horas e em locais seguros e apropriados. Uma vez que, assim como mencionamos, não é indicado alimentar os pets antes da viagem, é indicado levar água e comida durante a viagem, caso seu amiguinho sinta sede ou fome e não tenha apresentado sintomas de enjoo durante o trajeto. Lembre-se, porém, de não exagerar nas quantidades! Arrume uma malinha para seu pet também! Muita gente acaba esquecendo, mas os animais também precisam ter a sua própria bagagem para a viagem. Mas o que levar lá? Todos os objetos para suprir as necessidades dos bichinhos! A bolsa deve ser conter itens básicos, como guia e coleira, ração em quantidade suficiente até o final do estadia, potes para água e comida, toalha, brinquedos e caminha. Com essas dicas simples, você não terá problema com seu melhor amigo durante a viagem. Por isso, ao tomar esses cuidados você tem a certeza de deixar o passeio muito mais...
Como prevenir a leishmaniose canina?
Saber como deixar seu animal livre da leishmaniose canina é um passo importante para cuidar de sua saúde. Entenda. Durante todo o mês de dezembro, nós falamos tudo sobre a leishmaniose canina. Você já sabe o que é de fato essa doença, quais são as causas e como é feito o diagnóstico. Agora chegou a hora de saber o que fazer para prevenir o animal contra a doença! A leishmaniose canina é uma doença endêmica que, em casos mais graves, pode ser fatal. Dessa forma, saber como proteger o seu pet da doença, é um passo importante para cuidar muito bem de sua saúde. Leishmaniose canina? Aqui não! Existem algumas formas de prevenir que o seu pet seja acometido com essaenfermidade. É claro que nenhum método garante totalmente que o animal não irá contrair a doença. Porém, auxilia a diminuir os riscos e proporcionar uma vida mais saudável ao animal. Mantenha o ambiente sempre limpo A higiene é uma das principais formas de prevenção e proliferação de mosquitos. Como o parasita adora ambientes ricos em matéria orgânica, é essencial manter o ambiente onde o animal vive sempre higienizado. Também vale a pena prestar atenção à limpeza geral de sua residência, pois eliminando qualquer possível local para a proliferação do mosquito, você deixará seu cãozinho mais seguro. Telas de proteção: Existem algumas telas de proteção que são extremamente finas e impedem que o mosquito entre e contamine o animal. É claro que essa medida é muito simples e talvez a menos eficiente, mas é uma boa forma para evitar o risco e ainda proporcionar segurança ao animal. Lembre-se, não estamos falando das grandes tradicionais e mais grossas, utilizadas geralmente em apartamentos, mas sim daquelas telas próprias para evitar que os mosquitos entrem no local. Coleira repelente ou solução repelente A coleira repelente é uma ótima forma de sair com o seu animal para passear e evitar riscos de contato com o mosquito. Isso porque a coleira impede que o mosquito entre em contato com o cachorro. Ela funciona mais ou menos como os próprios repelentes, mas possui ação ainda mais forte. Além da coleira, a solução repelente também pode ser usada sob o pelo do animal, com o mesmo objetivo da coleira, proporcionando um passeio seguro e tranquilo ao animal. Vacina: A forma mais eficaz contra a leishmaniose canina é a vacinação. Ela pode ser aplicada em filhotes acima dos 4 meses de idade e é administrada em três doses, com intervalo de 21 dias entre elas, além de ser necessária a repetição todos os anos. Contudo, vale ressaltar que somente os animais que não possuem a doença podem tomar...
Quais são as causas e como é feito o diagnóstico da leishmaniose canina?
É muito importante saber quais as causas e os diagnósticos da leishmaniose canina No último texto, nós explicamos o que é uma leishmaniose canina, mas não custa lembrar que ela é uma infecção parasitária que ataca o sistema imunológico do animal. Hoje nós vamos aprofundar ainda mais o conteúdo e explicar quais as causas da doença e como é realizado o diagnóstico no animal. Vamos descobrir? Quais são as causas? Quando falamos em leishmaniose, muita gente acredita que a principal causa é transmissão de animal para animal. Porém, isso é errado, visto que não há a possibilidade de um animal infectado transmitir a doença. No Brasil, a transmissão da leishmaniose canina ocorre somente através da picada do mosquito Lutzomyia longipalpis. Além desse nome complicado, ele é conhecido como mosquito-palha, birigui ou tatuqueira. Ao picar um animal infectado, a fêmea do mosquito ingere a leishmania e a transmite para outros animais por meio da picada. A incidência da leishmaniose canina tende a aumentar em locais nos quais as condições sanitárias são precárias como: encostas de rio, matos ou praias ou ambiente que não estão bem higienizados como galinheiro e chiqueiro. Isso acontece porque o mosquito-palha põe seus ovos em locais ricos em matéria orgânica. Portanto, se o seu animal apresentar alguns dos sinais que já apresentamos no texto anterior e, por ventura, ele tiver tido contato com alguma das possíveis regiões de risco, fique atento e leve-o ao veterinário o mais rápido possível. Como é feito o diagnóstico? A observação clínica do veterinário é a primeira forma de realizar o diagnóstico, porém, é por meio de exames laboratoriais que a confirmação da leishmaniose canina acontece A histopatologia é um dos exames mais confiáveis, no qual um pequeno fragmento do corpo é retirado, como um pedaço de pele, e enviado ao laboratório. Durante o exame, as células serão analisadas através de um microscópio. Outro diagnóstico muito comum é a realização da citologia aspirativa. Por meio de uma agulha, o veterinário aspira as células de determinado órgão para avaliação. Assim que o parasita é visualizado, a leishmaniose canina é diagnosticada. Entretanto, ambas as formas possuem desvantagem, pois caso a amostra retirada não contenha o protozoário da leishmaniose, a doença não será encontrada. Isso acontece principalmente quando a infecção está no início. Existem outras formas de diagnosticar Além desses dois exames que explicamos, ainda é possível diagnosticar a leishmaniose canina por meio da coleta de sangue e testes sorológicos. O teste sanguíneo é rápido, mais ou menos da mesma forma como é realizado o exame para identificar o tipo de sangue que possuímos. Uma gotinha de sangue é misturada a uma solução para...
Leishmaniose canina: o que você precisa saber
A leishmaniose canina é uma doença silenciosa, transmitida pela picada de insetos hematófagos. Você precisa conhecer um pouco mais sobre ela A leishmaniose é uma doença muito comum entre os animais, e acomete principalmente os cães. Porém, ela ainda é desconhecida do grande público e, por isso, seus sintomas são ignorados ou desconhecidos. Alguns dos sinais mais comuns de uma possível leishmaniose canina está na perda de pelos no focinho, orelhas e região dos olhos, além do crescimento anormal de unhas e extrema perda de peso. Vale ressaltar que os gatos também podem sofrer com essa doença. Afinal, o que é a leishmaniose canina? Ela nada mais é do que uma infecção parasitária que ataca o sistema imunológico do animal. Esse problema é causado por protozoários que, quando em contato com o hospedeiro (o animal), o parasita do tipo Leishmania começa a atacar as células fagocitárias. Essas células são responsáveis por proteger o organismo de corpos estranhos. Porém, neste caso, o parasita se liga às células e começa a se multiplicar, atacando mais células. Nisso, ocorre o ataque a órgãos importantes como fígado, baço e medula óssea. Cutânea e Visceral É importante ressaltar que existem dois tipos de leishmaniose canina: a cutânea e a visceral. Ambas são extremamente perigosas. A cutânea é causada por dois tipos de parasitas, a leishmania braziliensis e a leishmania mexicana. Já a visceral é originada pelos parasitas leishmania donovani, infantum e chagasi. Na grande maioria dos casos, a leishmaniose visceral canina é a que mais acomete o animal, pois a cutânea não possui o cachorro ou gato como alvo, já a visceral sim. Por conta disso, a visceral é uma doença que pode ser transmitida de animais para humanos e vice-versa, sendo o mosquito o vetor. Se não tratada corretamente, pode levar a óbito tanto o humano, quanto o animal infectado. Quais são os principais sintomas? Existem inúmeros sintomas da leishmaniose visceral canina e os sinais externos são os mais perceptíveis, como lesões na pele, descamação e coloração branca prateada na pele. Além disso, nas patas, pode ocorrer infecção, pele grosseira por excesso de produção da queratina e unhas espessas e em formato de garras. Machucados e feridas que não saram, além de nódulos e caroços na pele e problemas oculares, também são sintomas particulares desta doença. Falar sobre leishmaniose canina nesta época do ano é essencial, pois ela é muito comum em zonas úmidas, perto de lagos, praias e parques, que são regiões que possuem um número maior de pessoas e animais com as férias de fim de ano. Gostou de saber sobre a leishmaniose canina? Fique ligado em nosso blog, pois durante...
Qual a importância do vermífugo para cães e gatos?
O vermífugo é responsável por prevenir doenças causadas especialmente por vermes. Saber quando e como usar é essencial. É comum muitos donos de pets não entenderem a importância de dar vermífugo para o animal. Porém, é essencial saber como e quando usar o medicamento, pois ele é responsável por proteger cães e gatos de doenças causadas por alguns tipos de vermes. Dar o vermífugo ao seu bichinho de estimação deve ser uma das primeiras preocupações à medida que o animal vai crescendo, pois dessa forma você garante que ele cresça saudável e livre de problemas causados por vermes. O uso do vermífugo: Antes de mais nada, precisamos explicar que qualquer animal está sujeito a se contaminar com vermes. Isso porque os microrganismos estão presentes em diversos lugares como na terra em que o animal pode deitar, em uma água não filtrada, pela picada de pulgas e mosquitos, etc. Dessa forma, é fundamental cuidar, desde cedo, para que o animal não seja acometido com alguma possível doença. Para os cães: Nos cães, a primeira dose deve ser aplicada entre os 15, 30 e 45 dias de vida e a segunda, aos 4, 5 e 6 meses. É importante, durante o período de amamentação, oferecer o remédio também para a cadela, para que não haja problemas. Para os gatos: Nos gatos, a aplicação deve ser iniciada apenas aos 30 dias de vida. Da mesma forma que com os cães, é importante vermifugar a gata prenha antes do nascimento dos filhotinhos – de preferência 10 dias antes – e durante a amamentação, para que ela não transmita vermes para os filhotes. Existe alguma regularidade? Feitas as doses iniciais, a frequência com que o animal deverá ser desparasitado varia de acordo com a sua rotina. Se eles vivem em apartamento ou não saem de casa, ou seja, se não tem contato com outros animais, terra e formas de contágio, a desparasitação ocorrerá com menor frequência daqueles que vivem em quintal ou saem para passear com frequência. O ideal para manter o animal sempre saudável é que a desparasitação ocorra a cada três meses tanto na fase de crescimento do animal quanto na fase adulta. A quantidade do vermífugo varia de acordo com o peso do animal ou por possíveis problemas que venham a acontecer durante a vida do animal. Além disso, essa frequência é essencial, principalmente, para aqueles que visitam praças públicas, áreas comuns de condomínios ou outras áreas no qual o contato com o meio externo seja mais frequente. Nós recomendamos que a desparasitação aconteça sempre com o acompanhamento veterinário, pois ele será responsável por planejar corretamente um calendário anual de doses....
