Leishmaniose canina: o que você precisa saber

A leishmaniose canina é uma doença silenciosa, transmitida pela picada de insetos hematófagos. Você precisa conhecer um pouco mais sobre ela

A leishmaniose é uma doença muito comum entre os animais, e acomete principalmente os cães. Porém, ela ainda é desconhecida do grande público e, por isso, seus sintomas são ignorados ou desconhecidos.

Alguns dos sinais mais comuns de uma possível leishmaniose canina está na perda de pelos no focinho, orelhas e região dos olhos, além do crescimento anormal de unhas e extrema perda de peso. Vale ressaltar que os gatos também podem sofrer com essa doença.

Afinal, o que é a leishmaniose canina?

Ela nada mais é do que uma infecção parasitária que ataca o sistema imunológico do animal. Esse problema é causado por protozoários que, quando em contato com o hospedeiro (o animal), o parasita do tipo Leishmania começa a atacar as células fagocitárias.

Essas células são responsáveis por proteger o organismo de corpos estranhos. Porém, neste caso, o parasita se liga às células e começa a se multiplicar, atacando mais células. Nisso, ocorre o ataque a órgãos importantes como fígado, baço e medula óssea.

Cutânea e Visceral

É importante ressaltar que existem dois tipos de leishmaniose canina: a cutânea e a visceral. Ambas são extremamente perigosas.

A cutânea é causada por dois tipos de parasitas, a leishmania braziliensis e a leishmania mexicana. Já a visceral é originada pelos parasitas leishmania donovani, infantum e chagasi.

Na grande maioria dos casos, a leishmaniose visceral canina é a que mais acomete o animal, pois a cutânea não possui o cachorro ou gato como alvo, já a visceral sim.

Por conta disso, a visceral é uma doença que pode ser transmitida de animais para humanos e vice-versa, sendo o mosquito o vetor. Se não tratada corretamente, pode levar a óbito tanto o humano, quanto o animal infectado.

Quais são os principais sintomas?

Existem inúmeros sintomas da leishmaniose visceral canina e os sinais externos são os mais perceptíveis, como lesões na pele, descamação e coloração branca prateada na pele.

Além disso, nas patas, pode ocorrer infecção, pele grosseira por excesso de produção da queratina e unhas espessas e em formato de garras.

Machucados e feridas que não saram, além de nódulos e caroços na pele e problemas oculares, também são sintomas particulares desta doença.

Falar sobre leishmaniose canina nesta época do ano é essencial, pois ela é muito comum em zonas úmidas, perto de lagos, praias e parques, que são regiões que possuem um número maior de pessoas e animais com as férias de fim de ano.

Gostou de saber sobre a leishmaniose canina? Fique ligado em nosso blog, pois durante todo o mês de dezembro, iremos falar sobre mais sobre essa doença, explicar as causas, sintomas, tratamentos e prevenções para não deixar nada atrapalhar o bem-estar do seu animal.

Autor: farmaciadebicho

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1 Comentário

  1. Minha cadela contraiu essa maldita doença. Mas graças a Deus e a sua veterinária q foi super rápida no diagnóstico. Fizemos o tratamento corretamente e colocamos a coleira repelente. Ela ainda toma os medicamentos q será de uso continuo. Com três semanas de tratamento, as feridas sararam.completamente. Minha.menina ta linda!😍😍

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