Dicas especiais para cuidar do aquário do seu peixe de estimação
jun26

Dicas especiais para cuidar do aquário do seu peixe de estimação

Manter um aquário saudável é um hobby custoso, porém muito recompensador Peixes são geralmente associados à paz e à tranquilidade, mas manter o aquário de seu peixinho demanda tempo e atenção. A complexidade em criar um ecossistema único para seu pet aquático é um dos principais empecilhos na manutenção de um aquário. Confira abaixo algumas dicas para manter a “casa” do seu peixinho em ordem. Cuidado com a qualidade da água É muito fácil manter a água do seu aquário saudável, basta um pouco de organização. Checar a temperatura todos os dias é recomendado, já que existem peixes sensíveis a pequenas mudanças. Da mesma forma, é importante fazer a manutenção de bombas e filtros e uma limpeza de possíveis resíduos de algas todos os meses. É indispensável também a remoção de cerca de 25% de água do aquário e sua reposição por água sem cloro. Lembrando que a água de torneira só pode ser utilizada se for devidamente condicionada com produto específico para esse fim, caso contrário nunca se deve fazer uso de água encanada. Atenção à decoração Existem várias opções disponíveis para decorar o ambiente de seu peixinho, portanto todo cuidado é pouco. Plantas trazem mais vida, além dar mais autenticidade para seu aquário. Porém, a beleza deste tipo de decoração traz consigo a necessidade de luzes e produtos especiais. Uma opção viável são as plantas falsas, geralmente feitas de plástico, que podem integrar o ambiente com muita naturalidade se forem bem escolhidas. Só é preciso ter cautela nas diversas decorações disponíveis, para que seu pet tenha bastante espaço livre para nadar. Limpeza do filtro  A filtragem da água é essencial para seus pets, por isso não deve ser negligenciada. Existem dois tipos de filtros que podem ser usados no seu aquário, internos e externos. A limpeza de filtros interiores é necessária em média a cada quinze dias, já a de filtros externos pode ser efetuada de dois a três meses.  A manutenção do seu sistema de filtragem pode variar muito, já que a quantidade de peixes e tamanho do aquário influenciam diretamente na capacidade do filtro. Portanto, o ideal é ficar atento ao funcionamento e observar se existe sujeira acumulada.   Agora que você já sabe um pouco mais sobre o lar de seus pets, confira a nossa seção repleta de produtos especiais para seus peixinhos....

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Dicas para acabar com as pulgas do seu gato
jun19

Dicas para acabar com as pulgas do seu gato

Seu bichano está com pulgas? Não precisa mais se preocupar. Abaixo daremos várias dicas de como acabar com esses parasitas. Um dos grandes problemas de donos de gatos são as pulgas. O acesso ao gramado pelos felinos é uma das principais razões para a infestação, mas até mesmo gatos de apartamento são suscetíveis a estes insetos. Conheça a seguir algumas alternativas para deixar o seu gato saudável novamente ao se livrar desses parasitas. Pipetas Talvez seja a maneira mais usual de acabar com infestações de pulgas. Por serem fáceis de aplicar (é só despejar o conteúdo da pipeta na nuca do seu felino), as pipetas são uma ótima opção. O frontline plus é muito recomendado por agir tanto no animal, quanto no ambiente. Outra possibilidade com ótimo custo-benefício é utilizar o fiprolex drop spot, nesse combo leve três, pague dois. Sprays Se seus gatos estão com pulgas, tenha certeza de que seu ambiente também está. Por conta disso, os sprays são uma ótima escolha, sendo possível borrifar sobre os gatos e nos locais que eles têm acesso. O koral também é uma boa alternativa para os recintos internos e externos de seu lar. Coleiras antipulgas Uma das melhores maneiras de prevenir parasitas no seu gatuno é utilizar as coleiras antipulgas. Por estar, literalmente, o tempo todo com seu gato e ter um longo período de ação (de até 4  meses), esse utensílio é uma grande arma na luta contra as pulgas. Leia mais: O perigo das pulgas para o seu pet Effipro – elimina pulgas e carrapatos de cães e gatos Gostou destas dicas? Comente abaixo e nos conte como você livrou seu gatinho das pulgas....

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Cuidados com seu pet no inverno
Maio22

Cuidados com seu pet no inverno

Sem os cuidados corretos, seu bichinho pode sofrer com doenças respiratórias, osteoarticulares e oculares. Saiba quais são as medidas necessárias para o inverno   Os bichinhos sofrem no inverno tanto quanto nós, seres humanos. A mudança causada pela queda de temperatura e diminuição na umidade podem afetar, e muito, seu pet. Disfunções respiratórias, osteoarticulares e oculares podem acontecer, desenvolvendo sintomas como febre, tosses, espirros e secreção nasal. Devemos sempre apostar na prevenção, a fim de evitar que doenças cheguem ao seu bichinho. Confira algumas dicas de cuidados com seu pet no inverno!   5 dicas para cuidar do seu bichinho no inverno Proteção Os animais devem ficar longe do vento e da chuva! Logo, providencie casinhas, cobertas e roupas de frio para este período. Na hora dos passeios, além de vestir os animais (principalmente os magros e de pelo curto, como pinscher ou teckel), opte por locais que não sejam expostos ao vento e à chuva. Além disso, o pelo é uma proteção natural do bichinho contra mudanças bruscas de temperatura. Neste período, evite tosar seu pet, pois a pelagem longa é um dos itens que mais protegem seu animal.   Vacinas Para animais domésticos, as pneumonias bacterianas são extremamente comuns no inverno. Logo, as vacinas devem estar em dia, evitando passeios em locais com muitos animais! Além disso, é comum a contração de traqueobronquite infecciosa canina, conhecida também como tosse dos canis. Esta doença é altamente contagiosa e perigosa, principalmente entre idosos e filhotes. Exercícios físicos Assim como nós, os animais tendem a demonstrar menos disposição para atividades físicas durante o inverno. Procure incentivar e estimular brincadeiras que o façam gastar a energia acumulada, além de dar passeios com pequenas corridas na hora mais quente do dia, evitando o início da manhã e o final da noite. Banhos Diminua a frequência dos banhos, optando por dias com temperatura mais amena. A água do banho deve ser morna e, logo depois, o bichinho deve secar-se totalmente, sem ficar exposto ao clima. Com esses pequenos cuidados, seu pet estará protegido do inverno, aguardando ansiosamente pelo amado...

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Você sabe o que é Parvovirose Canina?
Maio03

Você sabe o que é Parvovirose Canina?

A Parvovirose Canina é uma doença que requer muito cuidado e atenção. Extremamente grave e de progressão rápida, possui um alto risco de contágio e propagação. Leia mais   A Parvovirose Canina é uma doença que se manifesta em duas formas. A mais comum, um problema gastrointestinal perigoso, é causada por um vírus contagioso e potencialmente mortal quando o cão não recebe o cuidado adequado. A outra forma que a doença se manifesta é atacando o coração ao causar uma miocardite aguda. Em geral, ela é a responsável por morte súbita em filhotes. As vacinas disponíveis, atualmente, têm controlado a propagação da doença. Mas, apesar de terem sidos vacinados, alguns cães ainda correm o risco de contraí-la, levando a óbito.   Qual a causa da Parvovirose Canina? A doença é causada pelo parvovírus, um vírus extremamente resistente e capaz de provocar graves complicações gastrointestinais no bichinho. Em lugares internos e temperatura ambiente, este vírus sobrevive por cerca de dois meses e resiste a produtos de limpeza e desinfetantes. Esta doença também pode ser transmitida pelo contato indireto com o vírus. Ou seja, o cachorro se contamina quando toca em algum local, objeto ou pessoa que possui o parvovírus, como roupas, sapatos e até mesmo a pele humana.   Quais os sintomas da Parvovirose Canina? Os sinais mais comuns são: Vômito; Letargia (estado de cansaço que envolve diminuição na energia); Anorexia; Perda de peso repentina; Diarreia (com sangue nas fezes e forte odor); Mucosas pálidas (interior das pálpebras e gengiva); Febre (em alguns casos).   A Parvovirose Canina possui cura? Sim! Mas a prevenção é o melhor caminho, como as vacinas V8 e V10, além da limpeza, com água sanitária, do local em que o bichinho constantemente se encontra. O tratamento da Parvovirose consiste em hospitalização do cão em ala de isolamento, sendo monitorado e recebendo os cuidados necessários. Essa doença reduz os glóbulos brancos do organismo, diminuindo consideravelmente a capacidade de combater a infecção, ficando suscetível a outras doenças. Por isso, o tratamento é de suporte, atacando os sintomas e não o vírus em si. Seu cachorro irá receber fluidos e eletrólitos para repor os líquidos perdidos na desidratação, além de alguns antibióticos e remédios para evitar o vômito e não agravar o quadro.   Tiramos todas as suas dúvidas sobre Parvovirose Canina? Conte conosco da Farmácia de Bicho para te auxiliar nos cuidados com o seu melhor...

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Meu cachorro comeu chocolate na Páscoa, e agora?
abr24

Meu cachorro comeu chocolate na Páscoa, e agora?

Você sabia que a intoxicação por chocolate é um dos tipos de envenenamentos mais comuns na clínica dos pets? Humm… chocolate é tão bom, não é mesmo? Na Páscoa, temos uma variedade gigantesca de todos os tipos de doces para nos deliciar e suprir toda nossa vontade. Porém, é estritamente proibido dividir nossos chocolates com qualquer cãozinho. O que é uma delícia para nós, pode ser o precursor de uma série de problemas, chegando até a fatalidade para os pets. Ressaltamos que esse tipo de doce é extremamente perigoso para qualquer tipo de animal e raça. Caso você tenha um gato, coelhinho, pássaro ou até mesmo um hamster, a regra é sempre a mesma: o chocolate deve ser mantido longe de todos os animais!   Por que o chocolate é tão perigoso para os animais? A teobromina é o componente responsável por todo perigo para os bichinhos. Presente no cacau, essa substância é produzida na fabricação do doce, e o organismo dos pets não consegue absorvê-la, podendo causar uma intoxicação perigosíssima. Quando distribuída por todo o corpo, a teobromina pode causar efeitos nocivos ao sistema nervoso central e ao coração. A quantia considerada fatal varia de acordo com o porte do seu animalzinho, sendo mais comum em cachorros menores. Uma pequena quantidade já pode causar grandes estragos devido ao baixo peso corporal que possuem.   Leia mais: Conheça mais sobre o antipulga Bravecto Transdermal Entenda mais sobre a Síndrome Urológica Felina Que cuidados devo ter com meu pet durante uma viagem?   O que fazer? Meu cachorro comeu chocolate! Primeiramente, tenha o número de um veterinário pronto em mãos. Os sintomas dos cachorros variam, podendo apresentar vômito, diarreias, muita sede e urina constante. Também podem apresentar arritmias cardíacas e convulsões, podendo levar à morte. Alguns cãezinhos apresentam hemorragia intestinal, normalmente entre 12 e 24 horas após sua ingestão. Preste muita atenção na quantidade que foi ingerida e qual tipo de chocolate o cão comeu. Caso tenha consumido uma grande quantia, o veterinário pode induzi-lo ao vômito a fim de eliminar a parcela que não foi digerida. Importante! Não faça isso em casa, somente um profissional qualificado pode fazê-lo. Você pode ajudar seu cãozinho mantendo-o em uma área ventilada e não oferecendo remédios caseiros. Além disso, guarde o chocolate para mostrar ao veterinário e dê o máximo de informação possível, como hora ingerida e quantidade. Mantenha a calma, vai ficar tudo bem!...

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Como saber se meu cachorro está com depressão?
abr11

Como saber se meu cachorro está com depressão?

Os cãezinhos podem ser tão emotivos quanto nós, seres humanos. Preste atenção nos sinais avaliando se ele não está ficando depressivo   A depressão canina está cada vez mais recorrente. Na maioria dos casos, pode ser resultado de uma mudança de rotina, bem como a perda de um companheiro ou mudança de casa. O mais importante é saber identificar a depressão canina, a fim de não confundir com outras doenças que exigem tratamentos diferentes. Confira o que é e quais os sintomas apresentados por ela. Não é fácil aceitar que nosso cãozinho está infeliz, mas é de extrema importância e relevância identificar a depressão e tratá-la, para assim ter seu cachorro feliz de novo.   O que é a depressão canina? Do mesmo modo que ocorre com as pessoas, os cães podem desenvolver a depressão por apresentarem um estado emocional mais vulnerável e sensível, e um dos cuidados mais necessários é não confundir com a Síndrome da Ansiedade de Separação (SAS). Em alguns casos, a depressão pode fazer com que nosso bichinho comece a apresentar um comportamento ansioso e atípico, sendo de extrema importância que os donos saibam observar e identificar os sinais do estado depressivo.   Leia mais Conheça mais sobre o antipulga Bravecto Transdermal  Como diminuir o odor das fezes dos animais? Entenda mais sobre a síndrome urológica felina    Quais são as possíveis causas da depressão canina?   Mudanças de rotina Cães são extremamente apegados à rotina e, quando há essa mudança, pode ocorrer um desequilíbrio emocional grande. Preste atenção caso você costumava sair com seu dog no mesmo horário ou tinha uma certa atenção regular e deixou de fazer isso. Quando não o fizer, seu cão sente os impactos, principalmente se for a longo prazo.   Morte de pessoas queridas Cães criam ligações fortes com quem convivem diariamente e, por não serem capazes de entender a morte, o desaparecimento deste ente querido pode deixar seu bichinho depressivo. Ele vai precisar de mais atenção nesse momento.   Mudanças bruscas de local Se antes seu cão morava numa fazenda, podendo facilmente sair para correr e brincar e, depois de algum tempo, se vê preso num apartamento, é normal que ocorra um certo estado depressivo pela situação em que se encontra.   Quais os sintomas que o cão em estado depressivo apresenta? Os sintomas mais recorrentes se dividem em: Perda de apetite: O cachorro não come como antes e, consequentemente, acaba perdendo peso e massa muscular. Isolamento: O cão prefere se isolar em seu canto, não respondendo a estímulos para brincar ou sair da sua casinha. Intolerância ao toque: Quando em estado de depressão, o cachorro costuma não...

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