Pulgas
As pulgas não deixam seu bicho em paz? Você sabia que existem mais de 1900 espécies de pulgas? É muita pulga não é mesmo? Fora isso apenas 5% das pulgas encontram-se no animal de estimação e 95% delas está em forma de ovo, larva e pupa no ambiente, pronta para eclodirem e infestarem o pet e o ambiente. As pulgas podem causar anemia, estresse, verminose denominada de DIPILIDIOSE e a DAP (dermatite alérgica a pulga). Veja a seguir como se livrar desse inseto. Como acabar com as pulgas Com a chegada de temperaturas mais baixas, a quantidade de pulgas nos animaizinhos de estimação reduz consideravelmente. É justamente nesta época, que é importante a aplicação de produtos contra pulgas, evitando assim, a infestação no verão. Muitas vezes o dono do pet deixa de controlar as pulgas no seu bicho no inverno, pensando que não tem problema nenhum, e na verdade o ideal é aplicar o produto contra pulgas durante o ano inteiro. Existem específicos para cães e gatos e sempre conforme o peso do animal. As vezes a quantidade de pulgas é tão grande, que há a necessidade de aplicar produtos no ambiente também para acabar com elas. É sempre recomendável consultar um médico veterinário para saber qual o antipulgas ideal para o seu animalzinho de estimação. Um abraço da Dra...
Cuidados ao adquirir um filhote!
Pensando em adquirir um filhote? Aqui vão algumas dicas, seja um filhote de cachorro ou gato, mesmo que não seja seu primeiro animal, alguns cuidados devem ser levados em conta antes da escolha. Assista o vídeo abaixo para saber quais os cuidados ao adquirir um filhote A primeira coisa a ser feita é pensar no ambiente em que o animal irá viver, se é casa ou apartamento, qual o tamanho do espaço e se tem área verde. Em segundo lugar você deve saber com quem esse animal irá conviver diariamente, se com crianças, adultos ou idosos. Só então você poderá determinar quais as características físicas e comportamentais ideais que o animal deve ter. Se você optar por um animal de raça, fica mais fácil de saber qual o tipo de comportamento é comum daquela raça, qual o porte que o bicho terá quando adulto e quais as doenças comuns da raça. Lembrando que todo animal tem sua personalidade individual que pode ser diferente das características temperamentais comuns da raça em particular. Se você optar em adotar um animal sem-raça-definida fica mais difícil de saber quais as características do bicho, mas você pode consultar a pessoa que o retirou das ruas, e tentar saber informações sobre os pais do animal, para ter uma noção do porte que o animal terá quando adulto. Cuidados básicos que devem ser tomados antes de adquirir um filhote – procurar criadores idôneos da raça escolhida ou abrigo para animais (ONG) que tenham um médico veterinário responsável; – verificar as condições de higiene do local da venda; – o filhote deve estar com o pêlo brilhante e limpo; – olhos, ouvidos e nariz devem estar livre de secreções; – a vacinação e desverminação tem que estar em dia e documentadas na carteirinha de vacinação feita por um médico veterinário; -saber qual o tipo de alimento está sendo dado para o filhote até o momento da compra ou adoção, para não mudar radicalmente a alimentação; -ter o contrato de compra e venda ou adoção; -e depois disso, levá-lo o quanto antes para sua primeira consulta ao médico veterinário. Guarda Responsável Antes de adquirir um animalzinho é importante ter a consciência que um pet vive em torno de 10 a 15 anos, precisa de espaço, tempo para brincadeiras e passeios, gastos com sua saúde e alimentação. Existem muitos animais abandonados por terem sido comprados por impulso. Eles são seres indefesos e totalmente dependentes, além de serem amigos fiéis, por isso merecem todo o nosso respeito! Ao invés de comprar um cãozinho ou gatinho, por que não adotar? ADOTE um amigo, existem muitos animaizinhos precisando de um...
Dor nos Pets
Dor nos Pets No dia a dia da clínica, observo que os proprietários dos pets demoram a perceber quando seu bichinho está com dor. Realmente é difícil detectar quando estão com dor e eles demonstram de diversas maneiras, por isso, o dono do bicho tem que estar atento a algumas mudanças, principalmente de comportamento. Alguns proprietários demoram vários dias para perceber que o pet está com dor, isso além de prolongar e dificultar o tratamento, pode provocar um sofrimento indescritível no animalzinho. Verifique as dicas a baixo para descobrir o problema o quanto antes. Dicas que podem indicar que o seu bicho está com dor: -os pets diminuem a ingestão de comida ou param de se alimentar completamente -ficam mais quietos e isolados num cantinho -não querem saber de brincadeiras ou de passeios -choramingam ao serem tocados nas áreas doloridas -as vezes mantém o corpo curvado para compensar a dor, principalmente quando a dor se localiza na coluna -tem o hábito de lamber frequentemente onde estão sentindo a dor -e se a dor for muito intensa podem até morder ou ficarem mais agressivos com os donos. Causas mais comuns de dores nos pets As causas mais comuns de dor nos pets são: otites (inflamação no ouvido), infecções dentárias, problemas nas articulações, infecções de garganta e infecções intestinais. Com essas dicas ficou bem mais fácil observar se seu bichinho está com alguma dor, não é mesmo? Se você verificou qualquer mudança de comportamento, leve-o o quanto antes no médico veterinário! E não se esqueça que na loja online você encontra todos os medicamentos necessários para o tratamento do seu melhor amigo! Um abraço da Dra...
Otite Canina
Problemas de ouvido nos cães Se seu cachorro chacoalha muito a cabeça ou coça a orelha com frequência pode ser um sinal da otite, que nada mais é que uma inflamação no ouvido do animal. Essa inflamação pode gerar um desconforto muito grande para o bicho e até mesmo para o dono. Veja a seguir como resolver o problema! Causas da otite canina Existem vários tipos de otites em cães, a otite externa, otite média e a otite interna. Por isso primeiramente você deve levar seu animal ao médico veterinário para saber qual a causa do problema. Algumas das razões para essa inflamação são: infecção por bactérias; parasitas como carrapatos; fungos – sendo a forma mais comum de otite; produção excessiva de cera (seborreia); sarna; alergias; umidade – devido ao banho ou cachorros que gostam de nadar; predisposição genética – veja a lista de raças mais afetadas a baixo. Raças mais afetadas pela otite canina Geralmente as raças de cachorros que possuem orelhas grandes, caídas e peludas são as mais atingidas pela inflamação, pois essas características abafam a região interna da orelha e facilita a proliferação de fungos e bactérias, dentre elas estão: Cocker Spaniel Teckel Basset Hound Golden Retriever Dachshund Setter Irlandês Labrador Retriever Pastor Alemão Prevenção Algumas medidas podem ser tomadas para prevenir a otite canina: -Quando for dar banho ou quando seu cachorro for nadar, sempre coloque tufos de algodão dentro da orelha para evitar que entre água e acumule umidade. Após finalizar a atividade, retire o algodão e seque bem a parte interna da orelha com uma toalha. -Se seu cão tem orelhas muito compridas é recomendado usar um potinho de água estreito para que ele não molhe as orelhas ao tomar água. -Caso seu cachorro tenha muito pelo dentro da orelha é recomendado leva-lo para uma tosa higiênica, assim evita o acumulo de sujidades internas. -Além disso é sempre bom manter a higiene das orelhas, limpando semanalmente com algodão e uma solução especial para a limpeza. Tratamento para otite canina O tratamento da otite do cão irá depender do diagnóstico do médico veterinário, pois depende tanto da origem do problema como do grau de desenvolvimento da inflamação. Porém o sucesso do tratamento depende do dono, pois se não feito corretamente o problema pode persistir e até piorar. Então siga a risca as recomendações do médico veterinário e em caso de dúvida procure ajuda específica. Em alguns casos mais graves de otite profunda onde o sistema de equilíbrio do animal chega a ser alterado, geralmente o animal sente muita dor na região existe a possibilidade de que ele tenha que ser...
Mau hálito nos Pets
Bafo de cachorro! Sabe aquele famoso bafo de cachorro? Então…Ele não pode ser considerado como algo normal no seu pet, pois se não for tratado pode levar a problemas mais sérios. O mau hálito pode indicar uma falta de higienização da boca, ou até mesmo um possível problema de saúde, por isso fique ligado nas dicas a seguir! Causas para o Mau hálito nos pets Se você notar que seu animal de estimação está com mau hálito persistente, também chamado de halitose, é importante leva-lo ao médico veterinário para identificar a causa real do problema. As causas para a halitose podem ser externas, como falta de escovação ou ingestão de alimentos que favorecem o mau hálito, ou causas internas, como consequência de algum problema de saúde: respiratório, gastrintestinal, doença renal, infecções e inflamações variadas, gengivite, diabetes e até câncer. Riscos/Perigos O acumulo de placas bacterianas pode causar gengivite canina, também conhecida como doença periodontal, e com o passar do tempo a placa bacteriana se mineraliza formando o tártaro. Isso pode levar a perda dos dentes, por isso a importância da prevenção através da higienização frequente. Solução para o Mau Hálito nos pets Sem dúvidas a melhor forma de prevenção contra qualquer tipo de infecção oral em pets, é a escovação diária dos dentes e gengivas. Para te auxiliar nesse processo existem inúmeros produtos no mercado pet, como pastas dentais com sabores especiais para os cãezinhos, soluções orais parecidas com flúor usado em humanos, escovas de dentes específica para pets, e alguns itens mastigáveis para ajudar a liberar o tártaro dos dentes. Caso as placas bacterianas e o tártaro já estejam em um estágio avançado, provavelmente o médico veterinário irá indicar a remoção por cirurgia. A solução para o mau hálito decorrente de problemas de saúde, infelizmente não é por meio da simples higienização frequente. Nesses casos o médico veterinário irá indicar a melhor forma de tratamento! Em caso de dúvida procure sempre um Médico Veterinário! Produtos para higiene bucal de cães e gatos Clique aqui e confira os produtos para higiene bucal em nossa loja online Farmácia de Bicho.com! Garantimos o menor preço e entregamos para todo o Brasil, no conforto da sua...
Coprofagia – Animais que comem fezes
Afinal, por que os cães comem cocô? A coprofagia é um distúrbio comportamental mais comum em cães, porém pode acontecer com gatos também. Nesse distúrbio o animal ingere as próprias fezes ou as fezes de outro animal, podendo ser da mesma espécie ou não. Porém esse comportamento não foi totalmente desvendado por especialistas, listamos algumas possíveis causas abaixo. Causas/Razões Se você verificar esse hábito no seu animal de estimação é importante levar ao médico veterinário, pois apenas o profissional poderá identificar qual a razão e quais as formas de tratamento mais adequadas para cada caso. São diversos os fatores que podem causar esse distúrbio nos animais como os fatores psicológicos e os fatores de saúde listados a seguir. -Fatores psicológicos: para chamar a atenção do dono, ansiedade, medo, estresse, para esconder do dono por possível punição, fome, tédio, instinto materno, e até para manter o ambiente mais limpo se o lugar que ele se alimenta fica muito próximo do lugar que ele faz suas necessidades. -Fatores de saúde: deficiência de nutrientes que pode ser causada por vermes, deficiência de enzimas digestivas e pancreáticas, má digestão, disfunções metabólicas, e até déficit de atenção e hiperatividade. Riscos/Perigos Se o animal come as próprias fezes não existem riscos de saúde significativos, porém se ele ingere as fezes de outros animais os riscos são maiores, pois ele pode se contaminar com bactérias, parasitas, vermes, zoonoses entre outros problemas que além de prejudicar sua saúde pode prejudicar a saúde de seus donos e de outros animais que convivem junto. Algumas das doenças que o animal pode adquirir comendo as fezes de outros animais podem ser perigosas e até fatais, por isso a importância de levar ao médico veterinário. Como evitar Assim que perceber o distúrbio do seu animal haja rapidamente para que isso não se torne um hábito pois ficará mais difícil de impedir a coprofagia. Temos algumas dicas para evitar que seu animal coma cocô: -Mantenha o ambiente sempre limpo, não espere acumular xixi ou cocô para limpar. -Não deixe a cama do animal nem os recipientes de água e comida próximo ao lugar onde ele faz suas necessidades. -Alimente seu animal com uma dieta balanceada, de acordo com o porte e a idade, e procure dividir a porção diária em pelo menos duas refeições. -Forneça exercícios físicos diários, leve-o para passear com coleira e deixe que ele faça suas necessidades com calma, assim que terminar o distraia para que não busque as próprias fezes. -Quando o animal for comer cocô mostre para ele que aquele hábito é errado, chamando sua atenção com um alto e sonoro “não” toda vez que ele repetir...
