Como surgem os carrapatos nos pets?
fev07

Como surgem os carrapatos nos pets?

Embora muita gente não saiba, os gatos, assim como os cães, também podem pegar carrapato. Saiba como isso acontece e qual a forma de tratamento O carrapato em cães é um parasita artrópode, que pode viver tanto no ambiente, quanto na pele do hospedeiro – nossos pets – na qual ele se alimenta do sangue do animal. Embora seja mais comum falar desse tipo de doença em cães, os gatos também estão sujeitos a esse problema. O parasita costuma ficar no ambiente, esperando a aproximação de um hospedeiro, andando por sua pele até encontrar um local onde possa se alojar e que o animal não consiga alcançá-lo para retirar, normalmente na região da cabeça ou pescoço. Tanto em cães como em gatos, o carrapato gera enorme desconforto, pois ambos sentem muita coceira e podem acabar se machucando ao tentar se livrar daquele corpo estranho preso a eles. Qual o grande problema desse parasita? O carrapato, depois de sugar a quantia de necessária de sangue, costuma se soltar do hospedeiro para continuar seu ciclo de vida. Contudo, apesar de parecer inofensivo, esse parasita pode ser extremamente perigoso. Cada tipo de carrapato pode transmitir uma ou mais doenças ao animal. A ferida no cão pode fazer com que ele fique mais vulnerável a bactérias e vírus, assim como a perda excessiva de sangue, o que pode causar fraqueza e anemia. Já os felinos, estão propensos a contrair doenças como a erliquiose felina ou a febre maculosa, que são zoonoses e podem, até mesmo, ser transmitidas ao ser humano. Meu cão está infestado, o que eu faço? Se o seu cão estiver infectado, o primeiro passo é levá-lo até um veterinário, que irá ajudar na remoção dos carrapatos, além de poder realizar exames para verificar a saúde do animal. Além disso, é recomendado que o animal tome banhos com produtos carrapaticidas com frequência e realize a aplicação mensal de produtos pour-on, para controle de ectoparasitas. A Farmácia de Bicho possui o Frontline Top Spot, ideal para tratar cães, adultos e filhotes, e evitar que ele seja contaminado por pulgas, carrapatos e até mesmo piolhos. Compra o seu agora mesmo!  E o meu gatinho, o que devo fazer? O tratamento funciona basicamente da mesma forma que com o cachorro, porém, não é recomendado que você faça a extração do parasita com as mãos ou com uma pinça comum. Isso pode fazer com que alguma parte do parasita ainda fique presa na pele do animal, ocasionando alergias e algumas infecções. O ideal é levá-lo no veterinário para que ele possa fazer a extração dos parasitas, assim como indicar o melhor medicamento para auxiliar no...

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Entenda mais sobre a Síndrome Urológica Felina
jan30

Entenda mais sobre a Síndrome Urológica Felina

O trato urinário dos gatinhos é um assunto muito comentado e pode gerar algumas dúvidas, principalmente sobre as doenças que mais prejudicam o animal Você provavelmente já ouviu falar que os gatinhos podem ter alguns problemas no trato urinário, certo? Pois é, essa adversidade é muito comum nos animais e a Síndrome Urológica Felina (SUF) é uma das doenças mais perigosas. É preciso ficar atento aos sinais, possíveis causas e tratar do animal o quanto antes para que a SUF não se torne tão letal, afinal, ela é capaz de comprometer a saúde do animal em poucos dias. A Síndrome Urológica Felina Como você já pode perceber, a SUF é uma doença que pode ser bastante perigosa caso não seja tratada com a devida rapidez. Se os sintomas forem ignorados, o animal pode desenvolver um quadro de insuficiência renal que pode levá-lo à morte. Existem alguns sinais mais claros que você perceber rapidamente, como: dificuldade de urinar, dor ao urinar e sangue na urina. Além disso, a mudança de comportamento do animal, como agressividade, tendência a se esconder o dia todo e urinar em locais inapropriados, são alguns dos sinais mais comuns. Quais são as principais causas? Antes de mais nada, precisamos dizer que essa síndrome é mais comum em machos e em gatos com idade mais avançada. Porém, isso não elimina a possibilidade das fêmeas desenvolverem este problema. O motivo dos machos terem uma predisposição maior se dá em função do formato de sua uretra, que é mais longa e fina que a das fêmeas, formando cálculos renais com mais facilidade. A Síndrome Urológica Felina conta com alguns fatores que aumentam os riscos do seu aparecimento, como a falta de atividades físicas, obesidade, alimentação muito seca e falta de hidratação constante. Além disso, estresse, tumores, bactérias e vírus também são considerados fatores que facilitam o surgimento da SUF nos bichanos. Por isso, a melhor forma de prevenir o seu felino de desenvolver a SUF é, além da vacinação, providenciar uma alimentação balanceada, incentivar o animal a se exercitar e estimular a hidratação de todas as formas possíveis. Os principais sintomas da SUF Anteriormente falamos dos sintomas mais comuns da Síndrome Urológica Felina, mas é importante conhecer a maioria deles, pois são muito característicos e causam problemas na saúde do animal. Esses sintomas são: – Urina frequente e em pouca quantidade; – Dificuldade ao urinar; – Dor ao urinar; – Urinar em locais inapropriados; – Dor e desconforto na região abdominal; – Hematúria: vestígios de sangue na urina; – Falta de apetite; – Vômitos; – Depressão; – Anúria: o animal para de urinar por completo. Vale ressaltar que a...

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O perigo das pulgas para o seu pet
jan22

O perigo das pulgas para o seu pet

Seja dentro ou fora de casa, os pets estão expostos diariamente a ameaças como pulgas e carrapatos Você provavelmente já sabe que as pulgas e os carrapatos são um problema muito comum na vida de cães e gatos. Porém, é preciso ter muito cuidado, especialmente em períodos mais quentes, para que isso não atrapalhe a saúde do animal. Algo que muitos donos de pets não sabem é que até mesmo aqueles animais que convivem pouco com outros ou passam a maior parte do tempo dentro de cada também estão suscetíveis a esses parasitas, que causam desde uma simples coceira até a transmissão de doenças infecciosas graves. Desvendando as pulgas É comum pensar que, se o animal não tem contato com outro ou não sai de casa, dificilmente terá pulga, certo? Porém, esse pensamento é errado e precisa ser deixado de lado, pois as formas jovens destes parasitas (ovos e larvas) estão em todos os lugares e podem ser levadas para dentro de cada, seja no sapato das pessoas ou em outros objetos. Além disso, os passeios, mesmo que rápidos e em locais aparentemente limpos, podem ser suficientes para que as pulgas pulem no animal e comecem uma infestação rapidamente. Como notar se meu pet está com pulga? Essa é uma pergunta muito comum e merece toda nossa atenção. A maior demonstração de que o animal está infectado é a coceira constante. É preciso prestar muita atenção nesse ponto, pois achamos normal que o animal se coce, porém, se for algo frequente e de maneira abrupta, pode ser um sinal de que o pet está infectado. Outro ponto que deve ser levado em consideração é a alimentação do animal, pois as pulgas podem transmitir verminoses e bactérias, bem como provocar anemia em filhotes altamente parasitados. Por isso, se o animal apresenta dificuldade para se alimentar e perda de peso muito intensa, é sinal de problema. Além disso, o animal pode sofrer com algumas dores devido às picadas que as pulgas aplicam em sua pele. É preciso prevenir-se Antes de mais nada, é preciso saber que as fêmeas das pulgas podem depositar até 50 ovos por dia no hospedeiro e que esses ovos acabam caindo justamente nos lugares em que o animal costuma passar a maior parte do tempo. Após a maturação, esses ovos liberam as larvas, que se adaptam facilmente a locais como tapetes, caminhas e sofás. Após um período de alimentação, as larvas se protegem em um casulo chamado de pupa até amadurecer numa pulga jovem. Quando sai do casulo, essa pulga jovem procura rapidamente os animais para se alimentar e se reproduzir, dando continuidade ao seu ciclo. O...

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Que cuidados devo ter com meu pet durante uma viagem?
jan10

Que cuidados devo ter com meu pet durante uma viagem?

Atitudes como acostumar seu bichinho antes da viagem e deixá-lo em jejum podem auxiliar nessa tarefa. Confira! Viajar nas férias de verão sem o seu melhor amigo é como deixar um membro da família para trás. Mas, e então, o que fazer? Existem algumas dicas que podem ajudar você e seu bichinho de estimação a realizarem uma viagem mais confortável e sem surpresas negativas. Vamos a elas? Acostume o animal primeiro Para evitar uma viagem turbulenta, antes de mais nada é preciso que você acostume o seu pet a andar de carro. Nossa dica é, alguns dias antes da viagem de férias, levá-lo para dar algumas voltas no seu veículo por distâncias curtas para que ele se acostume. Procure levá-lo a alguns lugares de que goste, assim seu pet vai associar a viagem de carro a uma coisa boa. Viajar em jejum é uma boa ideia Assim como nós, muitos animais, mesmo os mais acostumados, costumam sentir enjoo durante a viagem. Para que isso não aconteça, evite alimentar o seu pet momentos antes de iniciar o passeio – isso pode diminuir a sensação de enjoo e evitar maiores problemas. Se necessário, peça ao veterinário um remédio para prevenir esse problema. Se tiver tempo, você pode caminhar com seu meu amigo logo antes da viagem. Dessa forma, você o deixará mais calmo e cansado, de forma que ele poderá ir dormindo boa parte do caminho. Faça paradas estratégicas Nesse caso, o comportamento dos bichinhos é semelhante aos nossos. Para que eles possam fazer suas necessidades e exercitar-se um pouco durante o trajeto, o mais recomendado é que sejam feitas paradas a cada duas ou três horas e em locais seguros e apropriados. Uma vez que, assim como mencionamos, não é indicado alimentar os pets antes da viagem, é indicado levar água e comida durante a viagem, caso seu amiguinho sinta sede ou fome e não tenha apresentado sintomas de enjoo durante o trajeto. Lembre-se, porém, de não exagerar nas quantidades! Arrume uma malinha para seu pet também! Muita gente acaba esquecendo, mas os animais também precisam ter a sua própria bagagem para a viagem. Mas o que levar lá? Todos os objetos para suprir as necessidades dos bichinhos! A bolsa deve ser conter itens básicos, como guia e coleira, ração em quantidade suficiente até o final do estadia, potes para água e comida, toalha, brinquedos e caminha. Com essas dicas simples, você não terá problema com seu melhor amigo durante a viagem. Por isso, ao tomar esses cuidados você tem a certeza de deixar o passeio muito mais...

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Como prevenir a leishmaniose canina?
dez21

Como prevenir a leishmaniose canina?

Saber como deixar seu animal livre da leishmaniose canina é um passo importante para cuidar de sua saúde. Entenda. Durante todo o mês de dezembro, nós falamos tudo sobre a leishmaniose canina. Você já sabe o que é de fato essa doença, quais são as causas e como é feito o diagnóstico. Agora chegou a hora de saber o que fazer para prevenir o animal contra a doença! A leishmaniose canina é uma doença endêmica que, em casos mais graves, pode ser fatal. Dessa forma, saber como proteger o seu pet da doença, é um passo importante para cuidar muito bem de sua saúde. Leishmaniose canina? Aqui não! Existem algumas formas de prevenir que o seu pet seja acometido com essaenfermidade. É claro que nenhum método garante totalmente que o animal não irá contrair a doença. Porém, auxilia a diminuir os riscos e proporcionar uma vida mais saudável ao animal. Mantenha o ambiente sempre limpo A higiene é uma das principais formas de prevenção e proliferação de mosquitos. Como o parasita adora ambientes ricos em matéria orgânica, é essencial manter o ambiente onde o animal vive sempre higienizado. Também vale a pena prestar atenção à limpeza geral de sua residência, pois eliminando qualquer possível local para a proliferação do mosquito, você deixará seu cãozinho mais seguro. Telas de proteção: Existem algumas telas de proteção que são extremamente finas e impedem que o mosquito entre e contamine o animal. É claro que essa medida é muito simples e talvez a menos eficiente, mas é uma boa forma para evitar o risco e ainda proporcionar segurança ao animal. Lembre-se, não estamos falando das grandes tradicionais e mais grossas, utilizadas geralmente em apartamentos, mas sim daquelas telas próprias para evitar que os mosquitos entrem no local. Coleira repelente ou solução repelente A coleira repelente é uma ótima forma de sair com o seu animal para passear e evitar riscos de contato com o mosquito. Isso porque a coleira impede que o mosquito entre em contato com o cachorro. Ela funciona mais ou menos como os próprios repelentes, mas possui ação ainda mais forte. Além da coleira, a solução repelente também pode ser usada sob o pelo do animal, com o mesmo objetivo da coleira, proporcionando um passeio seguro e tranquilo ao animal. Vacina: A forma mais eficaz contra a leishmaniose canina é a vacinação. Ela pode ser aplicada em filhotes acima dos 4 meses de idade e é administrada em três doses, com intervalo de 21 dias entre elas, além de ser necessária a repetição todos os anos. Contudo, vale ressaltar que somente os animais que não possuem a doença podem tomar...

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