Você sabe o que é Parvovirose Canina?
Maio03

Você sabe o que é Parvovirose Canina?

A Parvovirose Canina é uma doença que requer muito cuidado e atenção. Extremamente grave e de progressão rápida, possui um alto risco de contágio e propagação. Leia mais   A Parvovirose Canina é uma doença que se manifesta em duas formas. A mais comum, um problema gastrointestinal perigoso, é causada por um vírus contagioso e potencialmente mortal quando o cão não recebe o cuidado adequado. A outra forma que a doença se manifesta é atacando o coração ao causar uma miocardite aguda. Em geral, ela é a responsável por morte súbita em filhotes. As vacinas disponíveis, atualmente, têm controlado a propagação da doença. Mas, apesar de terem sidos vacinados, alguns cães ainda correm o risco de contraí-la, levando a óbito.   Qual a causa da Parvovirose Canina? A doença é causada pelo parvovírus, um vírus extremamente resistente e capaz de provocar graves complicações gastrointestinais no bichinho. Em lugares internos e temperatura ambiente, este vírus sobrevive por cerca de dois meses e resiste a produtos de limpeza e desinfetantes. Esta doença também pode ser transmitida pelo contato indireto com o vírus. Ou seja, o cachorro se contamina quando toca em algum local, objeto ou pessoa que possui o parvovírus, como roupas, sapatos e até mesmo a pele humana.   Quais os sintomas da Parvovirose Canina? Os sinais mais comuns são: Vômito; Letargia (estado de cansaço que envolve diminuição na energia); Anorexia; Perda de peso repentina; Diarreia (com sangue nas fezes e forte odor); Mucosas pálidas (interior das pálpebras e gengiva); Febre (em alguns casos).   A Parvovirose Canina possui cura? Sim! Mas a prevenção é o melhor caminho, como as vacinas V8 e V10, além da limpeza, com água sanitária, do local em que o bichinho constantemente se encontra. O tratamento da Parvovirose consiste em hospitalização do cão em ala de isolamento, sendo monitorado e recebendo os cuidados necessários. Essa doença reduz os glóbulos brancos do organismo, diminuindo consideravelmente a capacidade de combater a infecção, ficando suscetível a outras doenças. Por isso, o tratamento é de suporte, atacando os sintomas e não o vírus em si. Seu cachorro irá receber fluidos e eletrólitos para repor os líquidos perdidos na desidratação, além de alguns antibióticos e remédios para evitar o vômito e não agravar o quadro.   Tiramos todas as suas dúvidas sobre Parvovirose Canina? Conte conosco da Farmácia de Bicho para te auxiliar nos cuidados com o seu melhor...

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O perigo das pulgas para o seu pet
jan22

O perigo das pulgas para o seu pet

Seja dentro ou fora de casa, os pets estão expostos diariamente a ameaças como pulgas e carrapatos Você provavelmente já sabe que as pulgas e os carrapatos são um problema muito comum na vida de cães e gatos. Porém, é preciso ter muito cuidado, especialmente em períodos mais quentes, para que isso não atrapalhe a saúde do animal. Algo que muitos donos de pets não sabem é que até mesmo aqueles animais que convivem pouco com outros ou passam a maior parte do tempo dentro de cada também estão suscetíveis a esses parasitas, que causam desde uma simples coceira até a transmissão de doenças infecciosas graves. Desvendando as pulgas É comum pensar que, se o animal não tem contato com outro ou não sai de casa, dificilmente terá pulga, certo? Porém, esse pensamento é errado e precisa ser deixado de lado, pois as formas jovens destes parasitas (ovos e larvas) estão em todos os lugares e podem ser levadas para dentro de cada, seja no sapato das pessoas ou em outros objetos. Além disso, os passeios, mesmo que rápidos e em locais aparentemente limpos, podem ser suficientes para que as pulgas pulem no animal e comecem uma infestação rapidamente. Como notar se meu pet está com pulga? Essa é uma pergunta muito comum e merece toda nossa atenção. A maior demonstração de que o animal está infectado é a coceira constante. É preciso prestar muita atenção nesse ponto, pois achamos normal que o animal se coce, porém, se for algo frequente e de maneira abrupta, pode ser um sinal de que o pet está infectado. Outro ponto que deve ser levado em consideração é a alimentação do animal, pois as pulgas podem transmitir verminoses e bactérias, bem como provocar anemia em filhotes altamente parasitados. Por isso, se o animal apresenta dificuldade para se alimentar e perda de peso muito intensa, é sinal de problema. Além disso, o animal pode sofrer com algumas dores devido às picadas que as pulgas aplicam em sua pele. É preciso prevenir-se Antes de mais nada, é preciso saber que as fêmeas das pulgas podem depositar até 50 ovos por dia no hospedeiro e que esses ovos acabam caindo justamente nos lugares em que o animal costuma passar a maior parte do tempo. Após a maturação, esses ovos liberam as larvas, que se adaptam facilmente a locais como tapetes, caminhas e sofás. Após um período de alimentação, as larvas se protegem em um casulo chamado de pupa até amadurecer numa pulga jovem. Quando sai do casulo, essa pulga jovem procura rapidamente os animais para se alimentar e se reproduzir, dando continuidade ao seu ciclo. O...

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Qual a importância do vermífugo para cães e gatos?
nov09

Qual a importância do vermífugo para cães e gatos?

O vermífugo é responsável por prevenir doenças causadas especialmente por vermes. Saber quando e como usar é essencial. É comum muitos donos de pets não entenderem a importância de dar vermífugo para o animal. Porém, é essencial saber como e quando usar o medicamento, pois ele é responsável por proteger cães e gatos de doenças causadas por alguns tipos de vermes. Dar o vermífugo ao seu bichinho de estimação deve ser uma das primeiras preocupações à medida que o animal vai crescendo, pois dessa forma você garante que ele cresça saudável e livre de problemas causados por vermes. O uso do vermífugo: Antes de mais nada, precisamos explicar que qualquer animal está sujeito a se contaminar com vermes. Isso porque os microrganismos estão presentes em diversos lugares como na terra em que o animal pode deitar, em uma água não filtrada, pela picada de pulgas e mosquitos, etc. Dessa forma, é fundamental cuidar, desde cedo, para que o animal não seja acometido com alguma possível doença. Para os cães: Nos cães, a primeira dose deve ser aplicada entre os 15, 30 e 45 dias de vida e a segunda, aos 4, 5 e 6 meses. É importante, durante o período de amamentação, oferecer o remédio também para a cadela, para que não haja problemas. Para os gatos: Nos gatos, a aplicação deve ser iniciada apenas aos 30 dias de vida. Da mesma forma que com os cães, é importante vermifugar a gata prenha antes do nascimento dos filhotinhos – de preferência 10 dias antes – e durante a amamentação, para que ela não transmita vermes para os filhotes. Existe alguma regularidade? Feitas as doses iniciais, a frequência com que o animal deverá ser desparasitado varia de acordo com a sua rotina. Se eles vivem em apartamento ou não saem de casa, ou seja, se não tem contato com outros animais, terra e formas de contágio, a desparasitação ocorrerá com menor frequência daqueles que vivem em quintal ou saem para passear com frequência. O ideal para manter o animal sempre saudável é que a desparasitação ocorra a cada três meses tanto na fase de crescimento do animal quanto na fase adulta. A quantidade do vermífugo varia de acordo com o peso do animal ou por possíveis problemas que venham a acontecer durante a vida do animal.  Além disso, essa frequência é essencial, principalmente, para aqueles que visitam praças públicas, áreas comuns de condomínios ou outras áreas no qual o contato com o meio externo seja mais frequente. Nós recomendamos que a desparasitação aconteça sempre com o acompanhamento veterinário, pois ele será responsável por planejar corretamente um calendário anual de doses....

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